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Conheça os fatores que podem desencadear uma epidemia urbana de febre amarela

February 28, 2018

Apesar do fato de que mosquitos silvestres têm capacidade maior de transmitir a febre amarela, o vilão do verão Aedes aegypti também pode vir a ser um agente transmissor da doença. Segundo o Instituto Oswaldo Cruz, alguns fatores precisam estar combinados para que o Aedes aegypti passe a transmitir febre amarela nas cidades.

 

   

 

Primeiro, seria preciso que uma pessoa infectada com alta concentração do vírus causador da doença no sangue entrasse em uma área com grande infestação mosquito (vale lembrar que um mosquito não necessariamente é infectado ao picar uma pessoa doente, nem necessariamente contrai quantidade suficiente do vírus para passá-lo adiante).

 

Depois, para haver propagação a ponto de causar um surto urbano, os Aedes infectados por essa primeira pessoa teriam que estar próximos a populações humanas vulneráveis a ele, ou seja, que não tenham tomado a vacina.

 

Uma pesquisa do Instituto Oswaldo Cruz mediu a capacidade do Aedes aegypti de transmitir o vírus da febre amarela. Para realizar os testes, os pesquisadores coletaram ovos dos mosquitos nas cidades e em áreas de mata do Rio de Janeiro, Manaus e Goiânia. O estudo mostrou que ele é capaz de passar a doença, mas sua eficiência como vetor varia de acordo com a população de insetos.

 

Os Aedes aegypti do Rio de Janeiro apresentaram o maior potencial de disseminar a febre amarela, com 10% dos mosquitos apresentando partículas do vírus na saliva 14 dias após a alimentação por sangue infectado. Ou seja, pelo estudo, a cada 100 mosquitos que picassem uma pessoa infectada, 10 se contaminariam. Daí a necessidade de vários fatores combinados para a disseminação em meio urbano, como quantidade suficiente de vírus no sangue do ser humano infectado e presença de muitos Aedes para picar esse ser humano e retransmitir a doença no meio urbano.

 

Por enquanto, o Brasil só vem registrando casos de contaminação por mosquitos silvestres - ou seja, que vivem em florestas. Ao longo de 2017, foram confirmados 779 casos de febre amarela, 262 deles resultando em mortes.

 

Atualmente, o Aedes aegypti é transmissor de dengue, zika e chikungunya. Como o tamanho da população do inseto determina o risco de contaminação por febre amarela, os pesquisadores ressaltam que é essencial evitar o aumento do número de mosquitos nas cidades e nos quintais de casas.

 

"Os dados apontaram que os insetos fluminenses das espécies Aedes aegypti são altamente suscetíveis a linhagens virais no Brasil. A competência vetorial dos mosquitos Aedes também foi verificada em Manaus e, em menor grau, em Goiânia. O achado reforça a importância de medidas preventivas, como a vacinação e o controle do Aedes aegypti", diz Lourenço, pesquisador do Instituto.

 

Fonte: Instituto Oswaldo Cruz

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