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Tudo que você precisa saber sobre a gripe ou Influenza

December 18, 2018

A Influenza

 

A gripe, transmitida pelo vírus Influenza, está entre as viroses mais frequentes do mundo e é prevenível por vacinas que são disponibilizadas todos os anos. Esta doença costuma causar complicações, principalmente, em crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com comprometimento de saúde, tais como portadores de doença respiratória ou cardíaca, obesidade, trissomias, deficiência da imunidade, entre outras.

 

Estima-se que todos os anos a gripe causada pelo vírus Influenza atinja de 5% a 10% dos adultos e 20% a 30% das crianças em todo o mundo. Sua infecção pode acarretar hospitalização e morte, com destaque para grupos de maior risco - muitos jovens, idosos ou doentes crônicos. Acredita-se que as epidemias de gripe que ocorrem todos os anos resultem em, aproximadamente, 3 a 5 milhões de casos de doenças graves e na morte de cerca de 250 mil a 500 mil pessoas.

 

A prevenção evita que as pessoas contraiam a doença e, também, que transmitam o vírus influenza, aumentando a proteção para todos.

 

A complicação mais frequente e, também, a principal causa de morte em decorrência da gripe é a pneumonia, na maior parte das vezes causada pela bactéria pneumococo.

A gripe tem início súbito. Sintomas como febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, dores no corpo, perda de apetite, tosse - em geral seca -, dor de garganta e coriza duram cerca de uma semana.

 

Transmissão

 

Um simples espirro contém cerca de 40 mil gotículas de saliva que, por sua vez, se espalham no ar, transmitindo, também, o vírus da gripe. Desta forma, os vírus se acomodam nas superfícies de objetos e passam de uma pessoa para a outra quando atingem as mucosas da boca, do nariz e dos olhos.

 

A gripe é causada por mais de um tipo de vírus Influenza, sendo eles classificados como A, B e C. Os vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Já o tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas e não possui impacto na saúde pública, não estando relacionada com epidemias.

 

Os vírus influenza A também infectam aves, cavalos, porcos, focas, baleias e se modificam com frequência, mesmo que bem pouco, para enganar os anticorpos — agentes responsáveis pela defesa do organismo.

 

Quando o vírus influenza de um animal se “mistura” com de um humano, origina-se um novo tipo de vírus. Foi o que possibilitou a pandemia de “gripe suína”, causada pelo vírus A(H1N1).

 

Essa capacidade de produzir novos tipos de vírus faz com que seja necessária uma vigilância contínua em todo o mundo, realizada por centros coordenados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A partir dessas informações é definida, anualmente, a composição das vacinas que serão indicadas a quem vive no hemisfério Sul e no hemisfério Norte. Isso torna necessária a vacinação anual a melhor forma de prevenir contra a gripe.

 

A Vacinação

 

A vacina Influenza previne contra a gripe e é composta pelo vírus inativado (morto), portanto, não apresenta riscos de causar a doença.

 

As vacinas são cultivadas em ovos embrionados de galinhas, justificando os traços de proteínas do ovo nas substâncias. A vacina trivalente contém duas cepas do vírus Influenza A e uma do vírus Influenza B. Já a vacina tetravalente contém duas cepas do vírus Influenza A e duas do vírus Influenza B.

 

A vacina Influenza é indicada para todas as pessoas a partir de 6 meses de vida, principalmente, aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

 

A dosagem deve ser realizada da seguinte maneira:

 

- Para crianças de 6 meses a 9 anos de idade: duas doses na primeira vez em que forem vacinadas (primovacinação), com intervalo de um mês e revacinação anual.

 

- Para crianças maiores de 9 anos, adolescentes, adultos e idosos: dose única anual.

 

- Para menores de 3 anos, usualmente, a dose é de 0,25 mL e para os maiores é de 0,5 mL.

 

É importante lembrar que a aplicação é feita via intramuscular.

 

Cuidados antes, durante e após a vacinação

 

Em caso de febre alta, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora. Além disso, pessoas com histórico de alergia grave ao ovo de galinha e com sinais de anafilaxia, devem receber vacina em ambiente com condições de atendimento de reações anafiláticas e permanecer em observação por pelo menos 30 minutos.

Por outro lado, em casos de história de síndrome de Guillain-Barré (SGB) até seis semanas após a dose anterior da vacina, é recomendado realizar a avaliação médica criteriosa sobre o risco-benefício antes de administrar nova dose.

 

Com exceção dos casos citados acima, não são necessários cuidados especiais antes da tomar a vacina. Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica. Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou. Além disso, sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais que 72 horas - dependendo do sintoma -, devem ser investigados para verificação de outras causas.

 

Efeitos e eventos adversos

 

Manifestações em determinados locais como dor, vermelhidão e endurecimento ocorrem em 15% a 20% das pessoas vacinadas. Essas reações costumam ser leves e desaparecem em até 48 horas. Por outro lado, manifestações sistêmicas também são benignas e breves. Febre, mal-estar e dor muscular atingem de 1% a 2% dos vacinados. Têm início de seis a 12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias, sendo mais comuns na primeira vez em que tomam a vacina. Reações anafiláticas são raríssimas.

 

Onde a vacina pode ser encontrada

 

Na rede pública, a vacina trivalente está disponível para crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, maiores de 60 anos, profissionais da Saúde, pessoas de qualquer idade com doenças crônicas - como diabetes, doenças cardíacas e respiratórias, imunocomprometidos, entre outras - além de população indígena e privada de liberdade.

 

Já na rede privada, as vacinas trivalente e quadrivalente estão disponíveis para pessoas a partir de 6 meses, sem restrições de idade.


 

Fontes:

 

  1. Ministério da Saúde. Consultado em 27 de Novembro de 2018. Disponível em http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/42975-ministerio-da-saude-esclarece-e-fake-news-nao-existe-virus-h2n3-no-brasil

  2. Família Sbim. Consultado em 27 de Novembro de 2018. Disponível em https://familia.sbim.org.br/doencas/90-gripe-comum-influenza

  3. Família Sbim. Consultado em 27 de Novembro de 2018. Disponível em https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/68-vacina-gripe-influenza

 

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