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Você sabe o que é o autismo?

April 11, 2019

O autismo ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é uma condição de saúde caracterizada por déficit em três importantes áreas do desenvolvimento: comunicação, socialização e comportamento. Não há só um tipo de autismo, mas muitos subtipos, que se manifestam de formas diferentes em cada pessoa. Essa condição pode fazer com que um indivíduo apresente vários níveis de comprometimento, atingindo desde pessoas com outras doenças e condições
associadas (como deficiência intelectual e epilepsia) até pessoas independentes, com vida comum.


Genética x Autismo


Apesar dos estudos científicos indicarem que a herança genética tem de 70% a 90% de chances de ser a causa do autismo, o diagnóstico do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é baseado em exame clínico, realizado por neuropediatras ou psiquiatras, seguindo as considerações da 5ª edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5). Além disso, alguns fatores externos, embora controversos, também podem estar associados como, por exemplo, a idade paterna avançada ou o uso de ácido valpróico na gravidez.


O TEA é um excelente modelo para demonstrar a complexidade genética do neurodesenvolvimento, pois apresenta um espectro clínico amplo, com fatores genéticos variados e complexos podendo ser herdados ou não.

 

 

O modelo genético que explica o TEA foi chamado de “modelo de copo” e é um modelo de herança e limiar multifatorial que apresenta os impactos das variantes genéticas e ambientais com maior ou menor risco associado ao TEA, representados por círculos de tamanhos diferentes e a borda do copo representa o limite. Observe que indivíduos que ultrapassam esse limite estão no TEA.

 

 

No “modelo de copo”, os indivíduos do sexo masculino são representados por copos de tamanho menor, em relação ao sexo feminino, demonstrando uma diferença para atingir o limiar de diagnóstico. Estudos científicos mostraram que mulheres com TEA tem um número muito maior de variantes genéticas associadas ao transtorno se comparadas a homens com TEA, sugerindo que indivíduos do sexo feminino são mais resistentes a tais mutações o que explicaria a proporção de 4 meninos para 1 menina de acordo com o CDC.


Diagnóstico


Para identificar o autismo é necessário que os responsáveis pela criança, sejam eles profissionais, pais ou cuidadores, fiquem atentos ao desenvolvimento do pequeno e quando identificarem algum comportamento diferente, é importante buscar atendimento médico especializado que pode ser psiquiatra e/ou neurologista e pediatra.


Algumas crianças, por exemplo, não aceitam o toque da mãe, não aceitam serem beijadas ou abraçadas e não fazem interação desde bebês. Também não costumam olhar na hora de amamentar, são pouco reativas a sons ou reativas e sensíveis demais, não tendem a responder a estímulos e têm comportamento repetitivo como balançar a cabeça e balançar as mãos.


Intervenção


Existem vários tipos de tratamento que podem ser usados para ajudar pessoas que se enquadram nessa situação. Independente da linha de escolha, a maioria dos especialistas ressaltam que o tratamento deve começar o mais cedo possível e as terapias devem ser adaptadas às necessidades específicas de cada indivíduo. Além disso, a eficácia do tratamento deve ser medida com os avanços do paciente.


O Sistema Único de Saúde (SUS) possui 218 Centros Especializados de Reabilitação em todo o país, com 189 serviços de reabilitação intelectual que podem atender autistas.


Como as crianças geralmente têm deficiência intelectual, que vai ser mais notada em idade escolar, antes dessa fase, caso seja percebido algum comportamento específico dessa condição de saúde, elas já podem ser atendidas na rede para melhorar algumas questões como a de linguagem, por exemplo. Já na fase adulta, com a estimulação devida, o autista poderá progredir com a fala, com a integração social, com o autocuidado, com a independência e, consequentemente, terá maior inclusão social e melhor qualidade de vida.


Fontes:


1. Revista Autismo. Consultado em 04 de Abril de 2019. Disponível em https://www.revistaautismo.com.br/numero/004/genetica-x-autismo/


2. Revista Autismo. Consultado em 04 de Abril de 2019. Disponível em https://www.revistaautismo.com.br/o-que-e-autismo/


3. Ministério da Saúde. Consultado em 03 de Abril de 2019. Disponível em http://www.blog.saude.gov.br/index.php/geral/53830-conheca-as-caracteristicas-e-aprenda-mais-sobre-o-autismo


4. Revista Autismo. Consultado em 04 de Abril de 2019. Disponível em file:///D:/Usuario/Downloads/revistaautismo0.pdf

 

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