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Conheça melhor a Doença meningocócica

April 17, 2019

A meningite é uma inflamação nas meninges, ou seja, membranas que revestem o sistema nervoso central. A doença pode ser causada por diferentes agentes etiológicos tais como vírus, bactérias, fungos e protozoários, podendo, também, ocorrer por outras causas traumatismos, por exemplo.


Doença Meningocócica


A Doença Meningocócica (DM) é uma doença infecciosa aguda que se apresenta em três formas clínicas: meningite meningocócica, meningococemia e meningite meningocócica com meningococemia. A mais comum é a meningite meningocócica e a mais grave é a meningococemia (bactéria no sangue).


Essa doença é causada pela bactéria Neisséria Meningitidis (meningococo) que se apresenta em vários sorogrupos, sendo os principais A,B,C,W e Y.


O período de incubação dura, em média, de 3 a 4 dias, podendo variar até 10 dias. A transmissão se mantém até a bactéria desaparecer da nasofaringe. Neste caso, o grupo de risco é constituído por crianças menores de 5 anos.


O quadro sintomático pode variar desde febre transitória e bacteremia oculta até formas fulminantes, com a morte do paciente em poucas horas após o início dos sintomas. A meningite pode se instalar em algumas horas, com intensa sintomatologia e, em alguns dias, apresentar outras manifestações, geralmente indistinguíveis de outras meningites bacterianas.


Lactentes


Em lactentes com meningite, a pesquisa de sinais meníngeos é extremamente difícil e a rigidez de nuca nem sempre está presente. Por isso, é importante observar o abaulamento e/ou aumento de tensão da fontanela, aliados a febre, irritabilidade, gemência, inapetência e vômitos.


Já em lactentes jovens, sobretudo no período neonatal, a febre nem sempre está presente, porém, é importante notar sintomas como hipotermia, recusa alimentar, cianose, convulsões, apatia, irritabilidade, respiração irregular e icterícia.


Transmissão


O meningococo é transmitido por meio de secreções respiratórias e da saliva, durante contato próximo ou demorado com o portador, especialmente entre pessoas que vivem na mesma casa. No entanto, essa bactéria não é tão contagiosa como o vírus da gripe, por exemplo, e não há como transmitir a doença por contato casual ou breve, ou simplesmente por respirar o ar onde uma pessoa com a doença tenha estado. É importante ficar atento a ambientes com aglomeração de pessoas que podem oferecer maior risco de transmissão e que, por consequência, contribuem para desencadear surtos.


Algumas condições aumentam o risco para a doença meningocócica, tais como a ausência de baço (ou mal funcionamento desse órgão) e determinadas deficiências da imunidade, inclusive causadas por tratamentos imunossupressores. Em alguns países, principalmente da África, o risco de transmissão do meningococo é maior, por isso, é fundamental que os viajantes se previnam com vacinas.


A evolução da Doença Meningocócica é muito rápida com o surgimento abrupto de sintomas como febre alta e repentina, intensa dor de cabeça, rigidez no pescoço, vômitos e, em alguns casos, sensibilidade de luz (fotofobia) e confusão mental. A disseminação do meningococo pelos vasos sanguíneos pode produzir manchas vermelhas na pele  (petéquias, equimoses) e até necroses que podem levar à amputação do membro acometido. O risco de morte pela doença é alto, variando de 10% a 20%, e podendo chegar a 70%, se a infecção for generalizada (meningococcemia). Entre os sobreviventes, aproximadamente de 10% a 20% ficam com sequelas como surdez, cegueira, problemas neurológicos, membros amputados.


O tratamento é feito com antibióticos e outras medidas de preservação do equilíbrio do organismo, em Unidade de Terapia Intensiva isolada.


Fontes:


1. Centro Estadual de Vigilância em Saúde RS. Consultado em 08 de Abril de 2019. Disponível em https://www.cevs.rs.gov.br/meningite
2. Sbim. Consultado em 08 de Abril de 2019. Disponível em https://familia.sbim.org.br/doencas/88-doenca-meningococica-dm

 

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