[google4ef896410eb5a6b5.html] [google4ef896410eb5a6b5.html] O aumento do sarampo e o grupo antivacinas

PORTO ALEGRE / RS

Rua Silva Jardim, 408

Mont Serrat

Porto Alegre - RS

90450-070

 

+55 51 3061 4004

CAMPINAS / SP

Av. Sen. Antônio Lacerda Franco, 735
Jardim do Lago
Campinas – SP
13050-030

 

+55 19 3045 8500

  • Imunosul Vacinas Humanas
  • Imunosul Vacinas Humanas

O aumento do sarampo e o grupo antivacinas

May 3, 2019

 

O sarampo é uma das doenças mais contagiosas do mundo e mesmo que ainda esteja muito abaixo de níveis históricos, tem tido um aumento nos últimos anos. De acordo com a Unicef (braço da ONU para a infância), 98 países registraram um aumento de casos de sarampo em 2018. Mas afinal, o que pode ter contribuído para este aumento?


Vacinação


Programas de vacinação bem sucedidos garantiram que o sarampo se tornasse raro em muitos lugares.


A vacina é tão eficaz que todos os surtos de sarampo nos últimos anos ocorreram em áreas onde não há imunização suficiente, apesar dos motivos variarem de um lugar para o outro.


Além disso, outra forte razão para este crescimento está no movimento antivacinação, que influenciou muitas pessoas em diversas partes do mundo.


Movimento antivacinas


É importante esclarecer que até chegar aos cidadãos, as vacinas passam por um rigoroso processo de produção, começando com estudos e pesquisas e passando por inúmeros testes até serem validadas e disponibilizadas para a população.


Esse esforço também passa pelos gestores da saúde, responsáveis pela distribuição dos imunizantes e pela preparação dos profissionais de saúde para a aplicação da vacina.


No entanto, apesar dos números significativos que demonstram a eficácia e importância da vacina, cresce o número de pessoas que se recusam a vacinar seus filhos, fomentando um movimento perigoso que pode trazer de volta doenças como o sarampo e a poliomielite.


Os chamados "antivaxxers" acreditam que vacinas são desnecessárias ou prejudiciais. Muitas pessoas que adotam este movimento possuem teorias da conspiração sobre a "grande indústria farmacêutica" e desconfiam do governo.

 

Seja por questionarem a segurança da vacina, por temerem os efeitos colaterais, ou por acreditarem que não estão suscetíveis às doenças, estes grupos estão crescendo cada dia mais.


Especialistas explicam que a vacina, como qualquer outro medicamento, pode trazer eventos adversos. No entanto, ponderam que eles são infinitamente mais leves do que as doenças e suas possíveis sequelas. As doenças preveníveis pelas vacinas podem, por exemplo, causar cegueira, retardar o desenvolvimento, provocar surdez e até paralisia infantil, meningite e pneumonia. São doenças graves que muitas vezes levam à internação e a consequências piores. Já eventuais reações podem ocorrer pela própria resposta do organismo, que por sua vez, cria anticorpos contra aquela enfermidade e mostrando que, se estiver vacinado, estará mais preparado para enfrentar a doença caso ela apareça.


A própria Organização Mundial da Saúde estima que, no século XX, a morbidade das doenças preveníveis caiu entre 90% e 100% em consequência do uso de vacinas.

 

Fonte: Conass

 

Importância da Comunicação


O programa brasileiro de imunização tem 44 anos e sua atuação é marcada pela recomendação da sociedade científica. É importante lembrar que inserção de vacinas só é possível após análise de arcabouço teórico e científico, estudos e validação. Por isso, é fundamental melhorar a comunicação com a população e com os profissionais de saúde, seja nas Unidades Básicas ou por meio da ação dos Agentes Comunitários de Saúde, para que as informações possam ser passadas corretamente.


No mercado privado, muitas empresas buscam conscientizar a população através da promoção de informações sobre as doenças e suas vacinas.


A Unicef iniciou a campanha global #VacinasFuncionam nas redes sociais e afirmou estar colaborando com os governos dos países para melhorar os números de cobertura por meio das seguintes ações:


● Negociando preços de vacinas;
● Ajudando os países a identificar áreas carentes;
● Comprando vacinas e outros suprimentos;
● Apoiando campanhas para suprir aquelas de rotina;
● Promovendo a introdução da segunda dose da vacina em países que não a
adotam;
● Introduzindo tecnologias para ajudar a manter as vacinas na temperatura certa.

 

Fontes:


1. BBC. Consultado em 30 de Abril de 2019. Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-47831375
2. Conass. Consultado em 30 de Abril de 2019. Disponível em https://www.conass.org.br/consensus/queda-da-imunizacao-brasil/
3. G1. Consultado em 02 de Maio de 2019. Disponível em https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/24/mais-de-20-milhoes- de-criancas-por-ano-deixam-de-tomar-vacina-contra-sarampo-diz-unicef.ghtm

Share on Facebook
Please reload

Posts Em Destaque

A Revolta da Vacina

February 7, 2020

1/3
Please reload

Posts Recentes

February 7, 2020

Please reload

Arquivo